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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Os melhores contos de Faroeste



Traz ainda listas com os cem melhores romances e contos de faroeste, na opinião do editor. Alguns bem conhecidos, outros nem tanto. Vale a pena explorar!


LEWIS, Jon E. (editor). Os melhores contos de faroeste: uma antologia de histórias clássicas da fronteira americana. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004. p. 374.

Bola de sebo e outros contos



MAUPASANT, Guy de. Bola e sebo e outros contos. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 322.

Novos contos da montanha



Escritor português, que viveu alguns anos no Brasil, ainda desconhecido do público nacional, é festejado por ninguém nada menos que Jorge Amado que, nas orelhas deste livro, diz ser uma injustiça Adolfo Rocha (de pseudônimo Miguel Torga) ter falecido (1907-1995) sem ter recebido o prêmio Nobel de Literatura. Ali também constam referências a elogios de José Saramago a este autor, a quem J. A. atribui a condição de contista insuperável. Seus contos, cheios de alusões à sua terra natal, são repletos de sensibilidade e de uma visão bem peculiar da condição humana, em especial, de uma época e lugar.


TORGA, Miguel. Novos contos da montanha. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996. p. 245.

Contos completos


Primorosa edição dos contos de Virgínia Wollf, controvertida escritora inglesa (1882-1941). Amada por uns e detestada por outros (aliás, como todos nós - uns mais, outros menos).


WOOLF, Virginia. Contos completos. 2 ed. São Paulo: COsac Naif, 2005.

Contos paródicos e licenciosos do Século XVIII


ROBERT, Raymonde (compilador). Contos paródicos e licenciosos do Século XVII. São Apulo: Martins Fontes, 1989. p. 282.

Continhos galantes


TREVISAN, Dalton. Continho galantes. Porto Alegre: L& PM, 2003. p.106 (L & P M Pocket).

Cuentos


MONTEROSSO, Augusto. Cuentos. Madrid: Alianza, 2003. p. 164.

5 Contos


Coletânea do mestre Eça de Queirós (1845-1900). Edição simples, de bolso e a preço acessível.

QUEIRÓS, Eça de. Cinco contos. São Paulo: Núcleo, 1995. p. 151.

A noite [Pesadelo]


Este outro "livrinho" virou o meu xodó. Com uma produção impecável - atentem para o detalhe de que a narrativa já se inicia na própria capa - e ilustrações de excelente qualidade, as poucas páginas (apenas 20), em formato de bolso, é um livro para presentear com muito bom gosto. O problema é encontrá-lo nas prateleiras da livraria (comigo aconteceu uma história interessante - comentarei oportunamente, por e-mail, aos interessados) e em razão de tornar-se cobiçada peça de colecionar (pelo menos foi o que me disseram!). Quanto ao texto, mais uma obra-prima do mestre Guy de Maupassant. Nada mais a dizer... Entre as muitas pretensões literárias vindouras está um projeto de "revisitar" clássicos autores de contos. Maupassant será um dos primeiros e este, sem dúvida, é a minha escolha. Tenho dito!

MAUPASSANT, Guy de. A noite. São Paulo: Cosac Naif, 2004.

Histórias de Trancoso


Você que já ouviu muitas histórias de "Trancoso", pensa até hoje de que se tratam de simples fábulas, não é verdade? Pois bem, se enganou. TRANCOSO é Gonçalo Fernandes Trancoso, considerado o inaugurador do contismo na literatura portuguesa. Viveu em Lisboa, nascido entre 1515 a 1520 e falecido em 1596. Depois de ler este simpático "livrinho", verá as histórias infantis com outros olhos. Vale a pena ler!

TRANCOSO, Gonçalo Fernades. Histórias de Trancoso. Rio de Janeiro: Cáliban, 2008. p. 132. [Seleção Majela Colares], (Quem lê vive mais).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Contos cruéis

Villiers de L'Isle-Adam. Contos cruéis. São Paulo: Iluminuras, 1987. p.117

Oito contos curtos de Philippe Auguste Mathias (1840-1884), Conde de Villiers de L'Isle-Adam, dão bem conta do mundo em que estava inserido o autor com a decadência da burguesia na Paris do século XIX. Sórdidos comportamentos, entre outros aspectos que em geral rejeitamos ou repugnamos na sociedade, são narrados com maestria e nos mostram uma realidade que embora saibamos existir, insistimos em fantasiar que ela está distante de nossa esfera de vida. Notas sobre os contos e uma pequena bibliografia sobre o autor ao final do livro, bem como uma análise deste seu trabalho, enriquecem a leitura nos fazendo compreender melhor aqueles cenários e o momento em que viveram - o homem - e veio à tona a obra. Livro raro.


Judas Iscariotes e outras histórias


ANDREIÉV, Leonid. Judas Iscariotes e outras histórias. São Paulo: Claridade, 2004. p. 144

Coletânea de 6 contos do festejado, embora um pouco esquecido, autor russo Andreiév (1871-1919). É uma gostosa mistura de histórias fantásticas, comoventes e a incrível narrativa que discute o destino e o papel deste apóstolo em relação à consecução da missão de Cristo. O conto que dá título ao conjunto é considerado uma verdadeira obra-prima da narrativa. Vale a pena ler!

Contos de Tenetz

RADITCHKOV, Yordan. Contos de Tenetz. Brasília: Thesaurus, 2004. p.125

Coletânea com 19 contos do escritor búlgaro Raditchkov (1929-2004). Segundo um dos tradutores, Rumen Stoyanov (diplomata búlgaro que viveu muitos anos no Brasil), "A narrativa de R. é um feliz encontro de três componentes fundamentais: a literatura medieval búlgara, a narrativa folclórica e a sensibilidade moderna. Ele é um narrador nato. Sua arte de contador de histórias flui com tal naturalidade e amenidade que faz pensar em magia".

O informe de brodie


BORGES, Jorge Luis. O informe de brodie (1970). São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p.95

Coletânea de 11 contos do mestre argentino J. L. Borges (1899-1986). É uma festa fantástica para os sentidos. Traz pequena nota biográfica do autor com a notícia de este fora alfabetizado na língua inglesa, por sua avó paterna, antes mesmo de falar o espanhol.
Trecho: "A esmerada caligrafia - arte que as máquinas de escrever estão nos ensinando a perder...". Imagine-se hoje em dia com os microcomputadores o que diria a respeito da grafia de inúmeros cidadãos... Pobre de nós professores!